sexta-feira, 20 de novembro de 2015


grupo 5

Introdução
Lúcio Villar,  professor universitário titular do Departamento de Comunicação da UFPB foi vítima de ataques anônimos nas redes sociais por ser nordestino, o mesmo considera o ocorrido como “Injúria contra nordestinos”  a maneira em que o internauta com pseudônimo de Gabriel Paulo se referiu a ele.




Notícia
PB Agora – Política – preconceito: paraibano doutorando da USP, é vítima de injúria na WEB por ser nordestino.
Natural de Cajazeiras, alto Sertão paraibano, o professor universitário titular do Departamento de Comunicação da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) Lúcio Vilar foi vitima de ataques anônimos nas redes sociais por ser nordestino.
O professor que está residindo em São Paulo onde cursa Doutorado na USP (Universidade de São Paulo) relatou que foi vitima de agressões no bate papo do Facebook por um pseudônimo Gabriel Paulo. No diálogo, Gabriel chama Vilar de Nordestino filho da p…, burro e ignorante.
Confira a postagem publicada pelo professor Lúcio Villar intitulada “Injúria contra nordestinos”
“O leitor é testemunha de que nas poucas vezes em que esse espaço foi usado para externar questões de fundo pessoal, excepcionalmente se reportaram ao nascimento de meus filhos. Ponto. Entretanto, nesta quarta-feira, uma nova exceção justifica a incursão na medida em que o fato a ser tornado público tem ressonâncias que extrapolam o campo estritamente pessoal. Adquire, por isso mesmo, caráter coletivo, de interesse público. O fato: fui surpreendido no último sábado com as mais estúpidas e gratuitas agressões no bate-papo do Facebook, reproduzidas abaixo, com identificação do autor (certamente fake), com o qual não tenho qualquer vínculo ou conhecimento”, frisou.
Confira a transcrição do diálogo:  
Início da conversa no bate-papo  
Sábado 11:05  
Gabriel Paulo: Seu paraiba pobre burro fudido! Nunca será. Miseravel ignorante comedor de areia! Petista imbecil! Vai aprender a ler filho da p… antes de sair procriando q nem rato!Volta pra tua terra miserável!!!Nordestino filho da p…! Aposto q vive de migalha do governo. Babão comedor de areia. Nunca será! Zé povinho! Gentalha como vc tem que ser exterminada pra nao procriar mais! ​   
O professor sertanejo deu a sua opinião sobre o assunto:         
“Esse tipo abjeto de manifestação é reflexo do tom beligerante que invadiu as redes sociais (especialmente os microblogs) nos últimos meses. Foi algo estimulado por sociólogos, jornalistas e até um ex-presidente após as últimas eleições presidenciais, responsabilizando os nordestinos “burros” e “analfabetos”, segundo eles, pela derrota do candidato tucano.  Para essas pessoas, a campanha ainda não acabou. Atropelam, com isso, noções de civilidade e espírito democrático, itens que deveriam nortear a política”, desabafou.  
Lucio Villar defendeu apuração para o caso.  
“Quanto ao “cidadão” em questão, espero contar com apoio do Ministério Público Federal no sentido de identificar a real identidade do autor das manifestações de preconceito e ódio, além do crime de injúria racial contra nordestinos configurado e que não deveria ficar impune”, postou.  


Comentários:
Debora Amaral 9 de setembro de 2015 05:11
Há preconceito contra nordestino, há preconceito com o homem negro, há preconceito com analfabeto, mas não há preconceito se um dos três for rico”
Frase de ―Rafael Silveira
mktjgrupopedagogas@gmail.com 2 de outubro de 2015 16:19
Que país é esse? Que país é esse em que não se fala de igualdade? Mas consumido por diversas indiferenças e intolerâncias. Que país é esse em que nos diz que perante a lei todos nós somos iguais, se a própria lei nos prova o contrário? Que país é esse consumido de inúmeros preconceitos e rótulos de todas as espécies que possa se imaginar? Que país é esse em que a própria constituição é formulada para favorecer seus próprios criadores? Talvez queiram até vender futuramente as nossas próprias almas num leilão para se enriquecerem cada vez mais. Até hoje não compreendo o porquê de tantos preconceitos e má olhares em um país totalmente diversificado de culturas, raças, línguas, uma verdadeira vitamina humana.


Objetivo:
A matéria em questão  foi postada no blog da turma de estudantes de pedagogia do quarto semestre com o objetivo de levar os leitores a uma reflexão e revisão de seus conceitos pois vivemos em um país multicultural e multirracial e estas diversidades podem e devem ser respeitadas.


Metodologia:
O preconceito está presente em diversas áreas e momentos e infelizmente em muitos casos foram adquiridos por influência familiar já que as crianças , por exemplo, não têm preconceitos a não ser que tenham o exemplo de uma pessoa com mais idade.
O país, teoricamente, através das escolas têm procurado mostrar aos estudantes as diversas culturas mas o empenho deve ser maior em relação ao respeito as diversidades e este trabalho não deve ser feito somente com o estudante mas também com as famílias, a mídia em geral também é um meio muito rico em relação ao poder de influência à conscientização das pessoas, os meios de comunicação são muito importantes para a colaboração na desconstrução  do preconceito.


Conclusão
Ao expor as ofensas sofridas Lucio Villar demonstrou não somente sua indignação mas a proposição de mudança a partir do momento em que não ficou omisso. O país têm avançado  pois já estamos vendo os negros em lugar de destaque, mulheres e nordestinos também  mas há muito para ser mudado principalmente nos meios de comunicação pois vemos nordestinos falando com seu sotaque habitual em programas de humor  mas em programas de entrevistas e telejornais os mesmos são orientados a modificar suas maneiras de falar.Embora tenhamos avançado o preconceito não acabou em muitos momentos é apenas maquiado.
Referências Bibliograficas

• PB Agora - Postado por mktjgrupopedagogas@gmail.com

Um comentário:

  1. Oi pessoal o grupo 5 fala sobre a Diferenças entre Estados, os slide não conseguir publicar,mas, foi possível publicar a nossa parte escrita, vídeo da professora Amanda Rugel e conclusão.
    O trabalho em sala foi a presentado de forma rápida, o objetiva foi mostra a diferença e o preconceito de um professor tem até hoje em ser aceito.

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